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PRIMEIRAS FESTAS

Deuteronômio 16.1-17    Pr. Marcelo Aguiar   

 

INTRODUÇÃO

A Bíblia fala muito em festas. O primeiro milagre de Jesus aconteceu em uma festa. No Apocalipse, as alegrias da eternidade são descritas como uma festa.

No Velho Testamento, três festas foram dadas por Deus a fim de que seu povo observasse. Elas possuíam um caráter profético, e apontam para diferentes aspectos da vida cristã – a qual, de certa forma, também é uma festa.

 

1) PÁSCOA: CELEBRAMOS A SALVAÇÃO DE DEUS (VS. 1-8)

A Páscoa foi instituída na saída do Egito e relembrava essa data. Era uma recordação da libertação da escravidão. Embora toda a nação se reunisse em Jerusalém, era a festa de caráter mais contemplativo, pois era celebrada em família, a portas fechadas. Também conhecida como festa dos pães asmos.

Para nós, cristãos, a Páscoa é uma recordação de que Jesus (o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo) foi sacrificado em nosso lugar. Fomos libertos da escravidão do pecado, e nos tornamos filhos de Deus. Por isso, “agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1).

Sejamos gratos por essa prova de amor! Vivamos sempre alegres, reconhecendo o grande benefício que nos alcançou!

 

2) PENTECOSTES: CELEBRAMOS AS BÊNÇÃOS DE DEUS (VS. 9-12)

A festa de Pentecostes (ou festa das semanas, ou festa das primícias) acontecia cinquenta dias depois da Páscoa. Era um momento de celebração, quando as pessoas levavam ao templo os primeiros frutos da colheita, e agradeciam pela abundância.

Para os cristãos, Pentecostes significa que o mesmo Deus que salva é o Deus que abençoa. No dizer de Paulo, “aquele que nem a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também juntamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).

Não por acaso, no dia de Pentecostes o Espírito Santo foi derramado sobre a Igreja, e o Corpo de Cristo foi enriquecido com dons espirituais.

 

3) TABERNÁCULOS: CELEBRAMOS A COMUNHÃO DE DEUS (VS. 13-16a)

Na festa de Tabernáculos os israelitas lembravam o tempo em que foram peregrinos a caminho de Canaã. Eles saíam de suas casas e montavam tendas no terraço, no quintal ou na praça. Havia muita alegria e congraçamento entre os vizinhos.

Nós também somos peregrinos, pois estamos a caminho da Canaã celestial. Mas o mais importante é que não estamos sozinhos nessa jornada. Desfrutamos a companhia do Senhor Jesus e da sua Igreja.

Celebremos a comunhão com o povo de Deus! Sejamos felizes porque Cristo está conosco todos os dias, até a consumação dos séculos!

 

4) O QUE APRENDEMOS COM AS FESTAS (VS. 16b,17)

Examinando as primeiras festas e lembrando que elas possuíam um caráter profético, podemos extrair preciosas lições:

  1. a) A vida cristã deve ser marcada pela alegria. Afinal, temos recebido muito! Não há lugar para caras amarradas, cultos tristes ou cristãos azedos. Há muito que comemorar!
  2. b) Nossa fé deve ser vivida em comunidade. “Posso ser crente em casa” não é uma atitude cristã. O caminhar com Deus foi comparado a festas, e não há festa sem convidados. Deus idealizou o cristianismo para ser vivido em comunhão.
  3. c) A vida cristã deve ser marcada pela entrega. Deus falou: “Ninguém aparecerá diante de mim com as mãos vazias” (v. 16b). Se é festa, tem que haver presente! A citação bíblica certamente se refere a dízimos e ofertas. Mas vai além. Adorar é oferecer!

 

CONCLUSÃO

Celebremos com alegria ao Senhor. Mostremos que somos gratos pela salvação, pelas bênçãos e pela comunhão. Isso agradará a Deus.

Consagremos nossas vidas ao Senhor. Culto é vida sobre o altar, é sacrifício vivo, é andar com Deus, é servir a Jesus!

 

Pastor Marcelo Aguiar

O VALE DOS OSSOS SECOS

PRIMEIROS ALTARES

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